Sexta-feira, 26 de Junho de 2009

[Luto...]



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Terça-feira, 9 de Junho de 2009

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Sábado, 6 de Junho de 2009

O Papél é Simples, Não Jogue no Lixo!


O chamam de conhecimento 360 graus... Mas, o que seria conhecimento 360 graus? Conhecimento 360 graus, melhor definindo, é a vigência instantânea ou quase onipresente de um colaborador em todos os setores da empresa. Não é nenhum bicho de sete cabeças conhecer todos os segmentos de uma organização, suas atividades, aquilo que está para além das paredes de sua sala. (...)

A empresa como um todo tem que ser um vasto elo de sintonia e harmonia, onde cada segmento e pessoa esteja interligado com seus vizinhos de repartição. Assim como gestores tem que conhecer o tipo de produto ou serviço proposto por sua empresa e por cada setor de desenvolvimento da mesma, técnicos e analistas (...), por exemplo, também ... (...)

No fim de toda essa conta obtemos aquilo que todos almeijam em sua empresa, repartição ou cargo: Qualidade de Vida. (...)

Em CAIC TIC (Acesse a página, clicando no link a seguir, e leia a coluna completa): http://caictic.ning.com/profiles/blogs/o-papel-e-simples-nao-jogue-no

Quinta-feira, 12 de Março de 2009

Onde foi parar o conceito de qualidade do Banco do Brasil?

Filas intermináveis, agências lotadas, tempo de atendimento ao cliente superior à 01 hora (em média), infra-estrutura insuficiente para demanda, auto nível de burocracia na resolução de problemas e atendimento eletrônico insatisfatório e de qualidade duvidosa... Essas e outras mais são características peculiares nos dias atuais da rotina do maior banco público do Brasil e ingressado na lista que figura os maiores bancos do Mundo.

Com mais de 25 milhões de clientes, O Banco do Brasil é uma empresa de capital misto, em que mais de 51% de suas ações pertencem ao Estado Brasileiro, o que a caracteriza como uma organização da iniciativa pública, de interesse público, porém, de capital aberto (...). Não o é incomum, sobretudo isso, sair de suas agências com problemas ainda para resolver em datas futuras, mal resolvidos, estressado ou coisa do tipo.

Em uma organização cuja imagem e gestão servem de exemplo para a concorrência e para a manutenção do ambiente competitivo financeiro do país, tais ocorrências deveriam ser casos isolados de agências distantes dos pólos gestores ou com problemas de comunicação corporativa ou intra-organizacional. Pega mal para uma instituição de tal porte ter parte de seus clientes migrada para outro banco devido fatores climático-organizacionais, como mau atendimento e ineficiência na resolução de problemas e gestão de processos. (...)

(...) no próprio ambiente de atendimento de suas agências clientes agonizam palavras de insatisfação, mencionam nomes de outros bancos – auferindo melhor qualidade – e até ameaçam reações judiciais e legais para com isso que podemos chamar de descaso e desrespeito.

Em bancos da rede privada, por exemplo, o atendimento ao cliente não consegue demorar mais do que 30 minutos – em média, de 10 a 25 minutos, dependendo da demanda no devido momento (...)
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Em Administradores.com (Acesse a página, clicando no link a seguir, e leia a coluna completa): http://www.administradores.com.br/artigos/onde_foi_parar_o_conceito_de_qualidade_do_banco_do_brasil/28655/

Sexta-feira, 6 de Março de 2009

Um efeito chamado Mudança

Ei! É verdadeiramente pesado lidar com essa coisa chamada mudança... É realmente muito pesado. Olhando para trás, a alguns cinco anos que se passaram, muita coisa mudou. Desde as músicas ao gosto do público. Quando ingressei na faculdade de Economia, as pessoas ainda se interessavam por coisas singulares à década de 1990 ou por coisas similares. Mas hoje, exatamente no mês de março de 2009, o futuro é completamente incerto.

A foto de uma pessoa com a língua de fora, num chat tipo Msn, ou Skype, mostra tamanha capacidade de cada ser humano em mudar o curso da história do Mundo. Há exatamente 10 anos, comprávamos CDs, ouvíamos suas músicas nas cabinas das lojas de discos, tirávamos uma horinha pra ir num shopping center comprar os ultimos lançamentos.

Hoje, até os jornais estão em decadência e as editoras à beira de uma crise que, se nada de radical for feito em até dez anos, o comércio de informação pode deixar de existir e qualquer fonte de comunicação e expressão haverá de ser gratuita. O prejuízo: a competitividade empresarial haverá de tomar uma nova forma que, até o presente momento, não se tem ideia... Não se sabe a precaridade dos sistemas de controle de inter-concorrência ou sobre comportamentos éticos. Ao que se pode prever, manter-se vivo num ambiente ultra-competitivo, onde todos têm acesso à informação de qualquer qualidade, seria um verdadeiro inferno.

Mortes e falências em massa, recessos coletivos, variações de tamanho em frequências jamais vistas, falta de controle sobre o que se fazer são apenas alguns dos exemplos desse progresso que muita gente chama de interessante. Mas que de interessante, apesar de se ter, precisa de um sério cuidado e cautela. Liberdade demais tem altíssima propensão à libertinagem... O que me dizes?

Apesar do alto grau de liberdade de criação e de auto gestão, as mudanças precisam de um determinado grau de controle. Às vezes, a evolução atropela a própria evolução e a inovação age de um modo irracional. O maior exemplo disso é o lançamento precipitado do Blue Ray Disc, em detrimento do lançamento do HD DVD. O primeiro, muito caro e muito além das atuais necessidades de imagem e de armazenamento de memória; o segundo, completamente cabível ao atual mundo, com os pés na próxima geração de hardwares, de imagem e de necessidade de armazenamento de memória. Contudo, com um pequeno porém: a um custo bem mais abaixo.

Em Administradores.com (Acesse a página, clicando no link a seguir, e leia a coluna completa): http://www.administradores.com.br/artigos/um_efeito_chamado_mudanca/28466/

Segunda-feira, 2 de Março de 2009

Onde está o Erro do Funcionalismo Público


Alguns apontam o erro na estabilidade e na vitalicidade característica do regime; outros apontam a singularidade das funções, em que o colaborador de regime público lida com poucas funções e com uma rotina metódica e não tão cansativa - o que exprime negatividade quando há crescimento no montante "atarefação". Ou seja, quando algo sai de ordem do comum e o mesmo se vê mais atarefado que o "normal"...

Há um pouco de certeza se mesclarmos ambas as coisas com mais algumas variáveis ambientais e culturais. Mas afirmá-las como único problema pode ser equívoco. Isolar a variável "estabilidade", por exemplo, pode não resolver o "caos" em questão e, ainda por cima, pode gerar um problema ainda maior, dentre os quais desmotivação, aumento do índice de rotatividade e criação de um clima de competitividade entre colegas de repartição ou de organização se insere nesse contexto.

Além de questões salariais, o que se tornou um praxe do movimento sindical do serviço público no país, o excesso da rotina invariável é o que assola o pensamento de mudança dos servidores dos órgãos estatais. Inferem, como vem se percebendo em observações realizadas à rotina organizacional no serviço público, o cansaço da rotina e do tempo demasiado de relação e inserção em tal contexto isônomo à qualidade salarial, deixando a entender que por ter que passar por esse processo fadigal merecem receber uma maior remuneração - quando na verdade, em virtude do grau de responsabilidade e de cobranças, os salários pagos se encontram acima do parâmetro justo para com o nível de funções e exercícios executados.

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Em Administradores.com (Acesse a página, clicando no link a seguir, e leia a coluna completa): http://www.administradores.com.br/artigos/onde_esta_o_erro_do_funcionalismo_publico/28373/

Domingo, 1 de Março de 2009

[Enxuto] Um quarto, uma casa, um lugar

Trata-se de um desabafo... Ontem fui praticamente expulso de um convívio, em questão de minutos. Saí a fim de rever um grande amigo meu, que havia chegado da Bahia, estava de férias, e que logo hoje, domingo, 01 de março de 2009, às 09hs, estaria retornando ao estado do Axé Music. Falando um pouco mais do Fernando, o conheci em épocas de colegial, quando ainda cursávamos o Ensino Médio no CEFET (RN).

Fernando faz mágica e estudava Tecnologia Ambiental, enquanto eu cursava o técnico de Construção Civil. Já tocava violão e, numa das nossas avenças no pátio principal da escola, ele, fazendo mágica e eu tocando na roda, me pediu pra tocar "uma do Capital(!)". Foi aí que começou tudo...

Desde às sete, numa mesa de bar, nós e a rapaziada discutíamos temas ligados à vida de um adolescente; depois, de um adolescente manicaca; de um adolescente que vira adulto; em seguida, da vida dele na Bahia e da nossa por aqui (em Natal). Entramos em diversos assuntos e perduramos no boteco até quase meia-noite.

Ao retornar à um dos meus recantos de costume e de (quase) moradia, senti na pele, após alguns instantes, o erro que 'tava cometendo até então - inferir que ali era o melhor lugar p'ra se estar naquela noite! [Motivos(!): Pessoa(i)s...] Não o era...

Era quase 01h da manhã, decidi ir pr'outro lugar. Não era bem-vindo alí... Também, tenho vergonha na cara. Enfrentei uma escuridão, sem qualquer pé de gente na rua... Uma moto veio em minha direção... Gelei! (Afinal, ocorrências de assalto a moto é moda e coisa muito comum aqui em Natal) Preparado para reagir, ou para correr, na bela garupa daquela moto havia uma garota, guiando-la com um garoto agarrado a sua cintura (talvez fosse o namorado dela...).

Suspiro de alívio, mas ainda com um pouco de medo, cheguei no destino: a casa da minha avó. É da família, mas família não quer saber muito dessas coisas, não. Muito menos do porquê de se estar alí, incomodando-la... Entrei, inventei uma explicação para o problema e logo aprontei minha estadia.

Sabe, não me senti tão em casa logo que acordei. Tomei meu café e fiquei mais um pouco. Sob olhares estranhos e cochichos, percebi que era hora de voltar p'ro meu cafofo, bem longe dalí. Ao chegar em casa, dividindo o mesmo teto com minha família, senti não só a sensação de estar sendo vigiado, mas a da falta de liberdade e de posse sobre si. Mais uma vez, como de costume, estressei-me na minha própria casa. Minha não(!), da minha família... Deu-me vontade de sai, desaparecer.

Além das cobranças, faltou até respeito. Tampa de sanitário mijada (de propósito), piadas sem graça acerca das vidas alheias, vigilância sobre o que se anda fazendo na Internet e no computador e até exigências sobre coisas que nem mesmo são do meu interesse ou domínio. Um saco! Caí na real que já não tenho tempo mais p'ra esperar a estabilidade emocional perante os fatos. Assim q conseguir aproveitar uma oportunidade, tomarei minhas providências de ter meu próprio canto. Meu.

Um quarto, uma casa, um lugar... O primeiro, p'ra que eu possa dormir com o som ligado no volume que eu quiser, até a hora que bem entender; o segundo, p'ra não dar satisfações a ninguém, manter minha dignidade e até não ser expulso por ter feito a coisa certa, justa e decente; a terceira, p'ra fazer dele à minha cara!

Com as cores que quero, com os relógios que quero, com as xícaras, panelas, tapetes que desejo. Com o carro e com a vida que, mesmo que não seja a que pedi a Deus, não se faça necessário escondê-la debaixo do tapete.